Eu adoro você. Porque pra gente, adorar é mais que amar. E eu adoro no puro e real sentido da palavra. E pra sempre. E de perto ou infelizmente de longe. E isso é uma declaração sim, de veneração, de amor. Saudade sempre. Feliz dia dos pais aí no céu!
domingo, 12 de agosto de 2012
Mais um dia dos pais sem você aqui...
Eu adoro você. Porque pra gente, adorar é mais que amar. E eu adoro no puro e real sentido da palavra. E pra sempre. E de perto ou infelizmente de longe. E isso é uma declaração sim, de veneração, de amor. Saudade sempre. Feliz dia dos pais aí no céu!
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Amor, vinho e outras coisas
Nos últimos dias, e com tudo o que tem acontecido na minha vida, me peguei pensando - novamente - no amor. No amor romântico, entre duas pessoas.
Quando você se apaixona e não dá certo, bola frente. Nada que um porre, uma noitada com as amigas e uma noite com uma pessoa errada(por que não?) não resolvam. No outro dia você fica de ressaca e dois dias depois já está pronta pra outra. Pelo menos comigo, sempre foi assim. Mas e quando é amor de verdade? O que a gente faz com ele?
Os filmes e livros e tudo o que já foi dito ou escrito sobre o assunto nos ensinam que quando é amor de verdade você não deve desistir nunca. Que se é amor, no final sempre dá certo, e se não der é porque uma das partes morreu. Mas no mundo real não é bem assim que funciona. Você acaba sofrendo, se humilhando e destruindo toda a sua confiança. Acaba se tornando uma arma contra seu amor próprio e isso não é certo. Mas se é amor, deveria dar certo no final, né? Porque, como é possível você amar uma pessoa e ela não te amar de volta? Isso ninguém ensinou pra gente.
Não me levem a mal, não estou tentando colocar a culpa das minhas frustrações amorosas em Shakespeare, nem nada disso. Mas eu acho que tudo o que já foi escrito e dito sobre isso, só pode ter sido pura utopia. Porque é possível sim, você amar alguém e não ter o final feliz.
Mas essa sou eu divagando - pra variar - sobre coisas que eu nunca vou entender. Uma garrafa de vinho, um maço de cigarros, John Mayer e essas dúvidas que nunca me deixam me trouxeram até aqui.
Eu não sei o que fazer com esse amor. E dói tanto que tô quase procurando um cardiologista porque isso não pode ser normal. E eu não sei dizer quando se tornou amor, como aconteceu. Mas aconteceu. E eu amo. Fazer o que?
Eu sei que o tempo não cura tudo, mas ajuda, e um dia eu vou poder sair de casa e ao invés de levar ele comigo na bolsa, vou conseguir deixar ele em casa, bem guardado em uma gaveta. Ele sempre vai fazer parte de mim, mas um dia para de doer. E essa é minha única esperança no momento.
“Fica por aqui, vem cuidar de mim. Vamos ver um filme, ter dois filhos. Ir ao parque, discutir caetano, planejar bobagens e morrer de rir”
quinta-feira, 14 de junho de 2012
O que te dizer? Que eu te gosto demais e mesmo sabendo que não existem chances pra nós dois, não consigo parar de pensar em você? Que hoje resolvi sair com outra pessoa, pra ver se te esquecia, que resolvi me dar uma chance de ser feliz sem você? Mas que o encontro foi um completo desastre, que o cara era um idiota e me tratou como um lixo? Que eu nem me importei porque a todo momento eu só pensava que era você que devia estar ali comigo naquela mesa de bar? Que enquanto eu respondia qualquer coisa, enquanto eu fingia presença, eu só pensava em você, com suas piadas idiotas? Em você, com aquele jeito de me olhar como se entendesse coisas que eu ainda nem tinha dito? Em você, ocupando um lugar que ninguém mais parecia saber ocupar? Que cheguei em casa, abri um vinho e fumei meio maço de cigarros olhando suas fotos e ouvindo nossas músicas como quem cutuca uma ferida só pra confirmar que ainda dói? Que tudo o que eu queria era te pegar pelos ombros e te sacudir até você perceber que somos perfeitos juntos?
Não, não posso te dizer nada disso. O nosso combinado é de não nos falarmos.
O que me resta é escrever, pra ver se a tristeza encontra uma saída. Se um dia, com alguma sorte, tudo isso deixa de ser urgência e vira apenas memória.
"Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos. É fácil porque os dias passam rápidos demais, é difícil porque o sentimento fica."
terça-feira, 12 de junho de 2012
Happy Valentine's Day
Nós tínhamos uma ligação especial, um jeito meio particular de gostar um do outro. Podíamos passar horas conversando, abraçados dentro do seu carro, como se o mundo lá fora tivesse sido suspenso só por um tempo. E parecia certo. Não necessariamente simples, muito menos seguro, mas certo.
Mas aí eu estraguei tudo. Ou achei que tinha estragado.
Fui até a sua casa pedir desculpas pelas bobagens que eu tinha dito depois de algumas cervejas. Você disse que estava tudo bem, que ia ficar tudo bem, e talvez uma parte de mim tenha acreditado. Ficamos deitados na sua cama por horas, talvez, abraçados, enquanto você fazia piadas sobre a situação e dizia o quão idiota você era.
Foi ali que eu percebi que estava apaixonada demais.
E, quase ao mesmo tempo, percebi que você não estava.
Às vezes a resposta chega junto com a pergunta.
Eu me levantei e comecei a me vestir, enquanto você pedia pra eu ficar. Me lembro de lutar contra as lágrimas com uma força quase física, porque ir embora, naquele momento, parecia contrariar tudo o que eu queria. Como olhar para a pessoa que você ama te pedindo pra ficar, e ainda assim dizer não?
Mas eu sabia.
Se eu ficasse, eu sofreria mais. A gente continuaria acontecendo quando fosse conveniente pra você. E esses momentos seriam lindos, porque eram. Mas depois eu voltaria pra casa com aquela sensação conhecida de estar sozinha dentro de uma história que parecia ser de dois. Eu sentiria sua falta quando você não estivesse por perto. E você, provavelmente, seguiria sem sentir a minha do mesmo jeito.
Foi preciso aprender que nem todo pedido pra ficar merece ser atendido. Às vezes, dizer não para alguém é o único jeito de dizer sim pra si mesma.
Em um mundo perfeito, você cairia na real e viria atrás de mim sabendo que eu era a mulher pra você. Mas o mundo não é um roteiro de comédia romântica em que duas pessoas se desencontram o filme inteiro só para, no final, perceberem que deveriam estar juntas.
Na vida real, às vezes a pessoa não vem.
E a gente precisa seguir mesmo assim.
Ouvindo: Ana Cañas - Luz Antiga
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Ah...o amor
Hoje, por algum motivo ainda desconhecido por mim, me peguei filosofando sobre o amor. Quantas vezes já sofri por amor, chorei e achei que seria o fim, que nunca mais amaria e no entanto, lá estava eu de novo, me apaixonando e amando e sofrendo...
Perto de completar 25 primaveras ainda me vejo ficar confusa sobre sentimentos, pessoas, relacionamentos, e creio eu, que isso não mude muito com a idade.
Mas penso que a gente nasceu pra sofrer de amor. A gente nasceu pra sofrer de amor e amar muito ainda assim. Seja o amor pelo homem, pelos filhos, pelos pais. O mesmo amor que nos faz feliz é aquele que nos faz chorar por um motivo ou outro. A perda, seja pelo término, pela briga ou pela morte, a saudade, a preocupação, ou até a felicidade, por que não?
Tudo o que sei é que são duas horas da manhã e talvez o que eu precise é de uma boa noite de sono, ou uma cerveja, ou sei lá. Acho que o 'sei lá' é mais provável.
Racionalizar sentimentos é quase impossível e ainda assim eu tento.
Só sei que tá tudo esquisito aqui dentro e espero que seja só a idade chegando.




