sexta-feira, 1 de junho de 2012

Ah...o amor





Hoje, por algum motivo ainda desconhecido por mim, me peguei filosofando sobre o amor. Quantas vezes já sofri por amor, chorei e achei que seria o fim, que nunca mais amaria e no entanto, lá estava eu de novo, me apaixonando e amando e sofrendo...
Perto de completar 25 primaveras ainda me vejo ficar confusa sobre sentimentos, pessoas, relacionamentos, e creio eu, que isso não mude muito com a idade.
Mas penso que a gente nasceu pra sofrer de amor. A gente nasceu pra sofrer de amor e amar muito ainda assim. Seja o amor pelo homem, pelos filhos, pelos pais. O mesmo amor que nos faz feliz é aquele que nos faz chorar por um motivo ou outro. A  perda, seja pelo término, pela briga ou pela morte, a saudade, a preocupação, ou até a felicidade, por que não?
Tudo o que sei é que são duas horas da manhã e talvez o que eu precise é de uma boa noite de sono, ou uma cerveja, ou sei lá. Acho que o 'sei lá' é mais provável.
Racionalizar sentimentos é quase impossível e ainda assim eu tento.
Só sei que tá tudo esquisito aqui dentro e espero que seja só a idade chegando.

2 comentários:

Sandro Ataliba disse...

Coitada... tão nova e já tendo crises romântico/existenciais. rs
Brincadeiras à parte, o texto ficou muito bom, e faz bastante sentido sua análise sobre a relação vida x amor.

Rê Lopes disse...

Ah minha grande amiga!
Deve ser por isso que sentimentos servem para serem sentidos e não racionalizados. Senão se chamariam racionalizentos, rs.

Mas cobrar uma postura não reflexiva de seres como nós duas, é impossível!
Então vivamos mais e deixemos para pensar amanhã! :)