quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Enquanto isso no chat do facebook...



V - Cansei de engomadinhos, camisa pólo, cabelo arrepiado lotado de gel. Quero um homem tatuado, cabelo grande e bagunçado, marrento, que toca guitarra e fuma cigarro.

N - É, eu também.... o nome dele é Johnny Depp!







A mulher que nunca quis um Johnny Depp na vida dela, que atire a primeira pedra.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

20/06/2011




Então você pensa que é um dia comum, uma noite de domingo como outra qualquer, reclamando que no outro dia é segunda-feira e tem que trabalhar. De repente sua noite de domingo muda. Agitação, correria, hospital, espera, e a notícia que vai mudar toda a sua vida e fazer seu mundo cair.
Os últimos meses foram maravilhosos e tristes, embora isso possa soar um pouco incoerente. Mas o que tem de coerente na morte não é? Quando descobrimos o diagnóstico foi uma dor muito grande, uma surpresa e uma certeza: tínhamos pouco tempo pra aproveitar ao máximo a presença dele. E aproveitamos. É muito bom não ter arrependimento e culpa (que é comum sentir nesses momentos), mas aqui em casa não temos motivos pra remoer nada. Aproveitamos, demos carinho, tudo o que podíamos fazer, fizemos. Creio que meu pai foi muito feliz nos seus últimos meses de vida e é isso o que me deixa com o coração em paz.
Meu pai era um homem maravilhoso, autêntico, alegre, brincalhão, o centro das atenções. Eu não conheço uma pessoa que não gostasse dele. Era um homem muito inteligente e tinha uma cultura que impressionava. Ele se foi muito cedo e vai deixar uma saudade que é impossível descrever.
Não é fácil voltar pra casa, ver suas roupas, seus sapatos, e saber que eles não irão mais vesti-lo. Não é fácil olhar pro seu lugar vazio no sofá e saber que posso assistir o canal que eu quiser na TV porque não tenho mais você pra brigar comigo pelo controle remoto, como duas crianças. Dói saber que não vou mais escutar sua voz cantando "Sunshine on my shoulders", ou ver sua carinha de felicidade toda vez que eu trazia pra casa a comida que você gostava. E é pior ainda saber que não vou mais ganhar seu sorriso e seu beijo toda vez que eu abrir a porta da sala, chegando do trabalho e escutar "Ei meu tesouro".
Embora a gente tenha a sensação do nunca mais, sei que não acabou aqui. Um dia a gente vai se ver de novo, e ele vai olhar por nós de onde ele estiver.
Tenho muito orgulho do homem, do marido e do pai que ele foi.
Pai, meu tesouro, eu te amo demais!!




"Imagine que você está a beira mar e vê um navio partindo. Você fica olhando, enquanto ele vai se afastando, cada vez mais longe, até que finalmente parece apenas um ponto no horizonte. E você diz: 'ELE SE FOI.' Foi onde? Foi a um lugar que a sua visão não alcança. Só isto. Ele continua tão grande, tão bonito e tão importante como era quando estava perto de você. A dimensão diminuída está em você, no alcance dos seus olhos e não nos dele. E naquele exato momento em que você está dizendo: 'ELE SE FOI', outros o estão vendo se aproximar e outras vozes estão exclamando: 'ELE ESTÁ CHEGANDO!!'"

quinta-feira, 31 de março de 2011

#100factsaboutme

Quis entrar na brincadeira, mas não quis acabar com a timeline de quem me segue no twitter, então resolvi fazer aqui no blog.
Provavelmente não vai ser interessante pra vocês como foi pra mim. Foi um pouco difícil, mas acho que consegui..rs






1. Minha mãe queria me chamar de Victor ou Cynthia, como nasci mulher meu pai resolveu que seria Victoria. (ainda bem)
2. Odeio milho.
3. Sou viciada em coca-cola e cigarro (quero parar com os dois).
4. Quero fazer intercâmbio em Londres pra ver se pego o sotaque britânico (bizarro, eu sei).
5. Meu sonho é ser poliglota.
6. Meu cérebro funciona de maneiras que nem eu entendo.
7. Meu número favorito é 7.
8. Amo frio e no calor eu quero morrer (ou matar, sei lá).
9. Jogo vídeo game apertando todos os botões sem saber o que estou fazendo.
10. Gosto mais de comprar livros que sapatos.
11. Mudo de idéia facilmente, mas sou teimosa.
12. Sou bastante contraditória também.
13. Falo demais quando devia ficar calada e de menos quando devia falar.
14. Adoro quando as pessoas lembram de mim de maneira aleatória e fico emocionada.
15. Tenho memória seletiva e esqueço brigas e ofensas facilmente.
16. Quase sempre me dou mal em discussões justamente por ter memória seletiva.
17. Sou boa pra perdoar.
18. Tenho vergonha de mostrar minha playlist pras pessoas (menos pro @steeeiner).
19. Adoro música, e sou extremamente eclética.
20. Não sorrio se não estiver com vontade e já fui confundida com arrogante ou metida por isso.
21. Tenho a autoestima mais baixa do mundo.
22. Sou exagerada.
23. Eu falo demais (tagarela mesmo), e ás vezes quando paro de falar, fico com vergonha.
24. Já fui traída por namorado, mas a traição que doeu mais foi de amigos.
25. Tenho uma paixão platônica.
26. Sempre quis ser atriz.
27. Quase participei da minissérie JK, mas fui cortada do elenco na última hora.
28. Sou bastante volúvel. Durmo amando e acordo odiando.
29. Mas quando gosto de verdade e reconheço isso, faço tudo pela pessoa.
30. Tenho mais pena de animais que de pessoas.
31. Meu sonho é criar um abrigo para animais.
32. Faço tudo por meus amigos e fico chateada quando eles me deixam de lado.
33. Amo comida japonesa e se pudesse comeria todos os dias.
34. Odeio que me falem que estou errada, mas reconheço quando estou.
35. Eu acho a minha família a melhor do mundo.
36. Quando eu sou apresentada a uma pessoa, dois segundos depois já esqueci o nome dela. Isso me deixa em saia justa quase sempre.
37. Detesto que peguem no meu rosto.
38. Sou chata pra comer.
39. Quando estou chorando prefiro que não me perguntem, senão não consigo parar.
40. Odeio academia.
41. Sou preguiçosa.
42. Eu gostaria de usar mais salto alto, mas não suporto a dor.
43. Eu sempre assisto filmes que são baseados em livros e SEMPRE falo mal dos filmes.
44. Até hoje não tirei carteira de motorista.
45. Não gosto da minha faculdade, nem do meu curso.
46. Sou baixinha invocada. Já quase apanhei por isso.
47. Eu tinha uma amiga argentina quando eu era criança e até hoje me lembro dela e me pergunto onde será que ela está.
48. Tenho amigos que fiz pela internet que são muito especiais pra mim.
49. Sou extremamente franca e já magoei pessoas por isso.
50. Gostaria que inventassem um filtro entre o cérebro e a língua para pessoas como eu.
51. Já me apaixonei várias vezes e quis morrer pensando que seria eterno.
52. Já subi uma escada rolante que descia.
53. Eu me assusto a toa, porque vivo distraída.
54. Odeio quando me assusto e perguntam: “Nossa, sou tão feio assim?” ou “Tá fazendo coisa errada né?”.
55. Aliás, odeio qualquer tipo de pergunta idiota.
56. Sou um pouco estúpida, às vezes.
57. Disfarço tristeza com piada.
58. Já (quase) fui presa uma vez.
59. Nunca quebrei nenhum osso, e nunca fiquei internada.
60. Adoro ter crises de riso e esquecer do que eu estava rindo.
61. Às vezes tudo parece uma merda e depois que eu caio no choro, a tristeza parece perder o sentido.
62. Choro a toa. Filmes, novelas, livros, séries e se bobear até comercial.
63. Já fiz de quase tudo com meu cabelo e tinha apelido de camaleão. Já usei muito curto, muito longo, vermelho, castanho, preto, loiro e até laranja.
64. Já tive apelido de “Morango” (nem lembro porque) também, e foi o que mais pegou.
65. As pessoas falam que eu pareço com a Scarlett Johansson, e embora eu não ache, fico muito lisonjeada.
66. Eu adoro escrever, mas minha inspiração é temperamental.
67. Eu uso o blog pra escrever textos longos, o twitter pra ser retardada, e o tumblr pra quando quero expressar algum sentimento do momento.
68. Adoro redes sociais.
69. Tem coisas que acontecem comigo que as pessoas pensam que é mentira.
70. Eu abro a geladeira pra pensar. (mas é sem perceber)
71. Sou muito lerda.
72. Adoro acordar tarde, mas sempre me sinto culpada quando durmo demais.
73. Quero aprender a tocar gaita, e até tenho uma, mas tenho preguiça de aprender sozinha.
74. Meu sonho é saber tocar piano, mas acho muito caro e não caberia um piano na minha casa.
75. Não gosto que puxem conversa comigo quando estou com fones de ouvido. Deveria ser um recado implícito.
76. Não gosto que estranhos comecem a conversar comigo em filas ou ônibus, mas já me surpreendi e tive conversas agradáveis.
77. Eu daria muita coisa pra saber se certas pessoas pensam em mim quando fecham os olhos.
78. E daria muita coisa também pra que isso acontecesse, caso a resposta fosse não.
79. Em momentos de perigo ou drama me pego pensando nas coisas mais nonsense.
80. Já fui assaltada duas vezes, mas nunca me roubaram nada. Sim, eu reagi, mas não foi algo que eu tivesse planejado.
81. Eu acho que encontrei o homem dos meus sonhos, mas ele não sabe disso.
82. Tenho crises de riso quando não pode. Tipo na frente do chefe ou em velório.
83. Eu caio na gargalhada quando fico nervosa.
84. Eu custo a entrar em uma briga, mas quando eu entro, ninguém me reconhece.
85. Odeio Chaves, e não consigo entender como as pessoas podem se mijar de rir assistindo àquilo. Não me julguem, eu não julgo vocês.
86. Sou tão apaixonada por Friends que posso assistir por horas sem cansar e rir como se fosse a primeira vez.
87. Queria escrever um livro, mas sei que iria me perder na metade.
88. Me sinto a Bridget Jones.
89. Tenho tendência à procrastinação.
90. Não posso fazer um Top 10, porque amanhã vou mudar de idéia.
91. Não gosto de receber flores. Acho inútil e prefiro o bilhete.
92. Minha flor predileta é o Hibisco.
93. Não sei cozinhar.
94. Sou dramática.
95. Eu faço as pessoas rirem com frequência e sempre fico com cara de “Qual foi a graça?”.
96. Sou daquelas que conta a piada do Pinóquio quando vejo um amigo triste.
97. Quando eu vejo um corredor muito grande e vazio eu saio correndo igual louca só porque acho divertido. Sério.
98. Me iludo com facilidade, mas também sou boa em me iludir ao contrário. (?)
99. Canto junto com comerciais.
100. Eu sonho demais.

É isso...se você chegou até aqui, comente! =)

domingo, 13 de março de 2011

What's going on?!

 
 
"Vinte e cinco anos e minha vida está imóvel
Estou tentando subir aquela grande colina de esperança
Por um destino
Eu percebi rapidamente quando soube que
Aquele mundo era feito por esta
Irmandade dos homens
Seja lá o que isso signifique

E então eu choro algumas vezes quando estou deitada na cama
Apenas para excluir tudo o que está em minha cabeça
E eu, eu estou me sentindo um pouco peculiar

E então eu acordo pela manhã e saio lá para fora
E eu tomo um fôlego profundo
E eu me elevo
E grito a plenos pulmões
O que está acontecendo?

E eu canto hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
Eu disse hey! O que está acontecendo?
E eu canto hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
Eu disse hey! O que está acontecendo?

E eu tento, oh meu Deus como eu tento
Eu tento o tempo todo
Nesta instituição
E eu rezo, oh meu Deus como eu rezo
Eu rezo a cada dia comum
Por uma revolução

E então eu choro algumas vezes quando estou deitada na cama
Apenas para excluir tudo o que está em minha cabeça
E eu, eu estou me sentindo um pouco peculiar

E então eu acordo pela manhã e saio lá para fora
E eu tomo um fôlego profundo
E eu me elevo
E grito a plenos pulmões
O que está acontecendo?

E eu canto hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
Eu disse hey! O que está acontecendo?
E eu canto hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
Eu disse hey! O que está acontecendo?

Vinte e cinco anos e minha vida está imóvel
Estou tentando subir aquela grande colina de esperança
Por um destino"
 
 
 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Desafio dos Blogs - Livros



 
1 - Um livro que te faz lembrar alguém, e por que?

"Confissões de Adolescente" me lembra minha amiga Renata. Simplesmente porque tem tudo a ver com a gente e com a época em que nossa amizade começou e os momentos que passamos juntas na adolescência.

2 - Um livro que gostaria que virasse filme, e porque?

São dois na verdade, do mesmo autor. "A Sombra do Vento" e "O Jogo do Anjo" do Carlos Ruiz Zafón. Porque são livros maravilhosos e dariam ótimos filmes. E eu gostaria de saber se os personagens e cenários são mesmo do jeito que imaginei.

3 - Um personagem de livro favorito (pode ser homem ou mulher), e por que?

A Elisabeth Gilbert de "Comer, Rezar, Amar". Ela teve coragem de fazer tudo o que eu gostaria de fazer um dia.

4 - Livro que te conforta, e por que?

"O Sono dos Hibiscos". É uma história de superação que nos ensina muito e nos faz ter esperanças, na vida, em casos de doença e, claro, no amor. E é uma história verdadeira.

5 - Indicar 5 blogs para a brincadeira:


domingo, 16 de janeiro de 2011

Um texto de amor pra ninguém.

Às vezes eu tenho a impressão de que minha vida é uma eterna procura. A procura de quê exatamente, ainda não sei.
Meus dias andam vazios, mornos, sem cor.
Sinto necessidade de me encontrar, descobrir quem sou, qual o meu propósito na vida e, principalmente, preencher esse vazio que anda comigo.
Talvez a vontade de encontrar aquela pessoa que te completa, tenha a ver com isso. Muita gente diz que ninguém precisa de outra pessoa pra ser feliz, e que temos que ser felizes com nós mesmos, que amor é bom, mas não é crucial. Concordo com a parte de que temos que ser felizes com nós mesmos, mas como diria Tom Jobim, "é impossível ser feliz sozinho".
Acho que em um mundo tão grande, com tanta gente, deve ter alguém por aí que não é perfeito, mas que é perfeito pra mim.
Eu posso ter passado por ele na calçada, ou nunca tê-lo visto. Não sei se já o conheço, se já fomos apresentados, se ainda vamos nos encontrar, ou se vamos passar o resto de nossas vidas nos procurando.
Mas até lá continuo tendo a impressão de que minha vida está em "standby", e não vejo a hora de poder apertar o "play".

"Eu não sou tão triste assim, é que hoje eu estou cansada" (Clarice Lispector)







"- Sabe a garota do copo de água?
 - Sei.
 - Se parece distante, talvez seja porque está pensando em alguém.
 - Em alguém do quadro?
 - Não, um garoto com quem cruzou em algum lugar e sentiu que eram parecidos.
 - Em outros termos, prefere imaginar uma relação com alguém ausente a criar laços com os que estão presentes.
 - Ao contrário, talvez tente arrumar a bagunça da vida dos outros.
 - E ela? E a bagunça da vida dela? Quem vai pôr ordem?"

Cena do filme "O fabuloso Destino de Amelie Poulain"

domingo, 9 de janeiro de 2011

"Talvez eu só precise de férias, um porre e um novo amor..."

Sei que falar "Clarice Lispector me entende" pode parecer clichê, mas é assim que me sinto. Aquela mulher tinha o dom de descrever a si mesma e seus sentimentos que eu não tenho, e as coisas que ela escreveu me fazem pensar "Puxa, eu poderia ter escrito isso, porque me sinto exatamente assim." E esse texto é um dos mais lindos e geniais dela, onde me identifico em cada linha e creio que muitos de vocês(principalmente mulheres) irão se encontrar ali também.



"Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!"

Clarice Lispector


"Publicar um texto é um jeito educado de dizer 'me empresta seu peito porque a dor não tá cabendo só no meu'."  (Tati Bernardi)